Amor que Atravessa Distâncias: Ser Avó Mesmo de Longe

Ser avó à distância é viver com o coração fora do peito… dividido entre as saudades e a alegria de acompanhar o crescimento dos netos, mesmo de longe. Por sorte, a tecnologia virou uma ponte de amor, carinho e conexão entre nós. Além disso, quando escuto aquelas vozinhas do outro lado da chamada de vídeo, meu mundo se ilumina.

Ser avó à distância com crianças cheias de energia: Leandro e suas travessuras

O Leandro, por exemplo, está naquela fase elétrica! Vive correndo pela casa e, sempre que a mãe o chama dizendo: “Leandro, vem dar oi pra sua avó!”, ele vem rapidinho e solta aquele “Oi, vó” que me derrete por dentro. Lindo, esperto, cheio de energia — só quer saber de brincar. Por outro lado, conversar que é bom? Só um pouquinho, porque o mundo das brincadeiras é muito mais interessante pra ele no momento!

Viver como avó à distância: Luana e a alegria dos pequenos momentos

A Luana é uma figura. Uma espuletinha que vive pulando no sofá, correndo pra lá e pra cá. Assim que me vê na chamada, já manda o clássico “Oi, vó! Oi, vô!”, fala alguma coisinha rápida e logo sai correndo de novo. Mesmo assim, aquele breve contato vale ouro. Afinal, é o suficiente pra me lembrar do quanto sou amada.

A delícia de ser avó à distância de um netinho como o Bernardo

O Bernardo está com apenas 2 aninhos — um encanto! Tudo o que a Luana faz, ele corre pra imitar. Eles parecem dois passarinhos soltos, voando pela casa, brincando e aprontando juntos. A cada gesto, a cada risadinha dele, me emociono. Ver essas pequenas interações, ainda que pela tela, me enche de ternura e gratidão.

Ser avó, mesmo à distância: a doçura de Maria Isabela

E a nossa bebezinha, Maria Isabela… tão novinha ainda, com seus 4 meses, mas já cheia de charme. Um anjinho calmo, sereno, que transmite paz só de olhar. É impossível não se apaixonar por aquele rostinho delicado. Em outras palavras, ela representa o início de uma nova geração de amor.

fortalecer laços com netos mais velhos como Lucas

Já o Lucas, o mais velho, sempre arruma um tempinho pra ligar ou fazer uma chamada de vídeo. Quando escuto: “Oi, vó, como você está? E meu vô, tá bem?”, meus olhos quase enchem de lágrimas. Na verdade, é nesses momentos que a saudade bate mais forte. No entanto, também é quando o coração se aquece com tanto carinho.

um vínculo de amor que supera qualquer distância

Apesar da distância física, eu me sinto pertinho deles. Cada chamada, cada vídeo, cada “Oi, vó!” me enche de alegria e me dá forças. Ou seja, ser avó à distância é viver cheia de amor. Portanto, amo essas crianças com todo o meu coração. E mais importante ainda, não tem limitação ou distância que tire isso de mim.

Estou falando mais sobre esse assunto em Conexões de afeto à distância.

Com carinho
Sandra Rochedo
Blog SR Testemunhos

Transformando Limites

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