Nos últimos tempos, infelizmente, temos visto práticas mundanas se infiltrarem dentro das igrejas. Uma delas é o nepotismo, que significa o favorecimento de parentes em detrimento de outras pessoas. Filhos, irmãos e familiares são colocados em posições de liderança ou recebem privilégios, não por capacitação ou chamado de Deus, mas simplesmente por laços sanguíneos.
Essa prática tem causado divisão, tristeza e até mesmo injustiça dentro do corpo de Cristo. Muitos irmãos que buscam servir com humildade acabam sendo deixados de lado, enquanto outros são exaltados por conveniência.
A Palavra de Deus nos ensina que Ele não faz acepção de pessoas (Atos 10:34). Quando a igreja adota critérios humanos e carnais para colocar alguém em posição de autoridade, corre o risco de se afastar do verdadeiro propósito de Deus. O ministério não deve ser visto como herança de família, mas como chamado divino.
O Senhor capacita, unge e levanta quem Ele quer, independentemente de sobrenome ou parentesco. Quando colocamos o favoritismo acima da vontade de Deus, comprometemos a unidade, entristecemos o Espírito Santo e desviamos o foco daquilo que realmente importa: a edificação do Reino.
Devemos estar atentos para que a casa do Senhor não se torne palco de interesses pessoais, mas permaneça como lugar de serviço sincero, onde cada um exerce seu dom para edificação mútua.
Reflexão:
Que possamos examinar nossos corações e nossas práticas dentro da igreja. Estamos agindo com justiça e temor, ou estamos deixando que tradições humanas determinem quem deve ou não servir? Lembre-se: na obra de Deus, o chamado é maior que o laço de sangue.
Oração:
“Senhor, livra-nos de toda forma de favoritismo e ensina-nos a olhar para cada irmão com os Teus olhos. Que possamos reconhecer e valorizar os dons que Tu tens derramado sobre cada um, sem distinção. Guarda a Tua igreja da injustiça e fortalece a unidade do Teu povo. Amém.”
Por Sandra Rochedo,
Blog, S R Testemunhos, Transformando Limites.





