Um dia desses recebi uma ofensa que mexeu profundamente comigo. A reação natural do coração humano seria devolver na mesma moeda, mas naquele momento, escolhi o silêncio. Fiquei sem ação, e isso foi bom. O que não foi tão fácil, porém, foi lidar com a palavra que ecoava em minha mente.
Foi então que o Senhor trouxe refrigério. Ouvi sobre o Jejum de Palavras: quando somos alvos de palavras malditas e temos vontade de revidar, escolhemos nos calar e declarar sobre nós não o que disseram, mas o que o Pai fala ao nosso respeito.
Somos amadas, preciosas, benditas, escolhidas, propriedade exclusiva do Senhor, a menina dos olhos de Deus. Nenhuma palavra contrária tem poder de definir quem somos, porque a nossa identidade está firmada em Cristo.
O silêncio, nesse caso, não é fraqueza, mas vitória. É abrir espaço para que a voz de Deus se sobreponha ao barulho das ofensas. É permitir que a verdade do Pai nos fortaleça e nos lembre: somos quem Ele diz que somos.
Reflexão:
Palavras têm peso, mas cabe a nós escolher quais acolheremos. Se não vêm de Deus, rejeite. Se vêm do Pai, abrace e declare sobre sua vida.
Oração:
“Pai amado, obrigada porque Tua voz é mais forte que qualquer ofensa. Ensina-nos a fazer jejum de palavras quando formos tentados a revidar. Que possamos calar diante do mal e abrir os ouvidos para o que o Senhor diz de nós. Renova nossa identidade em Ti, e que cada palavra Tua seja vida em nosso coração. Em nome de Jesus, amém.”
Com carinho,
Sandra Rochedo, Blog S R Testemunhos Transformando Limites.






