Faz alguns dias eu estava com a garganta arranhando, tossindo muito e, depois, veio a febre. Ontem precisei ir ao UPA e passei a tarde toda por lá. Finalmente, fui consultada, medicada e consegui pegar os remédios. Voltei pra casa agradecida, mas confesso: ainda me sinto fraca e cansada. A febre ainda insiste um pouco, mas já percebo um sinal de melhora — a garganta não está mais como antes.
Esses dias têm me lembrado algo importante: até o corpo precisa de pausa. Às vezes queremos continuar no mesmo ritmo, mas o organismo nos ensina, de forma dolorosa, que também precisa de descanso, de silêncio e de cuidado.
Nem sempre é fácil desacelerar, mas é nesses momentos que o Senhor nos convida a deitar em verdes pastos e descansar n’Ele (Salmo 23). Ele cuida do corpo, da alma e do espírito — e mesmo quando a fraqueza vem, Sua presença continua sendo o nosso remédio mais eficaz.
Hoje decidi não me cobrar tanto. Apenas descansar, respirar fundo e confiar que o amanhã trará mais força e cura.
Reflexão:
Nem sempre estar parada é sinônimo de estar perdendo tempo. Às vezes, é exatamente ali — no repouso, na pausa, na febre que passa — que Deus está restaurando tudo o que foi desgastado por dentro.
Oração:
“Senhor, obrigada porque o Teu cuidado me alcança mesmo nos dias de fraqueza. Renova minhas forças, restaura meu corpo e minha fé. Que eu saiba reconhecer o tempo de parar, o tempo de cuidar e o tempo de me reerguer. Em nome de Jesus, amém.”
Pra. Sandra Rochedo,
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