Tem momentos da vida em que tomamos decisões tentando fazer o melhor que podemos com a força, a sabedoria e a dor que temos naquele instante.
E mesmo assim, somos julgadas.
Pessoas que não estavam lá, que não sentiram a nossa angústia, que não viveram as noites difíceis, criam histórias, levantam acusações e dão opiniões como se conhecessem todo o processo.
É doloroso quando tentam transformar a nossa dor em motivo de condenação.
Alguns se tornam juízes sem misericórdia, promotores da fofoca e carrascos das nossas escolhas.
E no meio disso tudo, o coração começa a se perguntar:
“Será que eu errei?”
Principalmente quando, depois da decisão, começam a surgir lutas, dificuldades e situações que parecem não ter explicação.
O mais difícil é quando o céu parece silencioso e Deus não responde no tempo que esperamos.
Mas mesmo sem respostas imediatas, continuar crendo já é um ato de fé gigantesco.
Porque aos poucos, mesmo em meio às coisas ruins, vamos percebendo que Deus continua sustentando.
O socorro chega.
A provisão aparece.
A força vem quando achávamos que não conseguiríamos continuar.
E então entendemos que Deus nunca nos abandonou, apenas estava nos ensinando a caminhar olhando para o alto e não para as circunstâncias.
As circunstâncias mudam o tempo todo, mas Deus permanece fiel.
As pessoas falam demais, mas Deus conhece a verdade inteira.
E quando colocamos os olhos no alto, percebemos que o nosso socorro não vem da opinião dos outros, vem do Senhor.
Oração:
“Senhor, em meio aos julgamentos, às palavras duras e às acusações injustas, me ajuda a permanecer firme. Quando eu não entender o que está acontecendo e o Teu silêncio tentar me assustar, fortalece a minha fé para continuar caminhando. Não permita que eu tire os olhos de Ti por causa das circunstâncias. Que eu me lembre todos os dias que o meu socorro vem do Senhor, aquele que conhece meu coração, minha história e cada lágrima escondida. Amém.”
— Pastora Sandra Rochedo,
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