Não Quero Ser Iludida… Então Também Não Vou Iludir:

Existe algo que aprendemos com o tempo:

ser enganada dói.


Ser iludida machuca em lugares que ninguém vê.

Mas maturidade também nos ensina outra verdade importante —
se não queremos viver isso, não podemos praticar isso.

Às vezes, sem perceber, fazemos com o outro aquilo que tanto nos feriu:

  • Alimentamos expectativas que sabemos que não iremos corresponder.
  • Mantemos alguém por perto apenas para suprir carência.
  • Dizemos “vamos ver” quando sabemos que não queremos.
  • Demonstramos interesse que não é real, apenas para não ficarmos sozinhas.

E tudo isso também é ilusão.

Em Gálatas 6:7 está escrito:

“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”

Relacionamentos são sementes.
Palavras são sementes.
Intenções também são sementes.

Se não queremos colher dor, não podemos plantar confusão emocional.

A verdade pode ser desconfortável, mas ela é limpa.


Iludir alguém para evitar um confronto é adiar um sofrimento — que depois será maior.

Mulher madura não brinca com sentimentos.
Não usa silêncio como manipulação.
Não oferece presença quando sabe que não tem intenção de permanecer.

Em Mateus 5:37, Jesus nos orienta:

“Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não.”

Clareza é respeito.

Honestidade é amor em forma de responsabilidade.

Se você já foi enganada, sabe o peso disso.

Então que a sua dor passada se transforme em consciência presente.

Não podemos controlar o que fazem conosco.

Mas podemos decidir o tipo de pessoa que escolhemos ser.

E caráter é quando agimos com integridade mesmo quando ninguém está nos cobrando.

Não querer ser iludida é justo.
Mas não iludir também é compromisso.

Porque paz não vem só de ser protegida —
vem de viver alinhada com a verdade.

Com carinho,
PastoraSandra Rochedo,

Blog, S R Testemunhos, Transformando Limites,

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