Depois de um tempo de silêncio, algo começa a florescer dentro da gente.
Não é uma euforia, nem uma felicidade passageira.
É uma alegria mansa, daquelas que nascem devagar, lá no fundo da alma.
Ela vem quando percebemos que o que parecia vazio era, na verdade, um espaço sendo preparado por Deus.
Vem quando olhamos pra trás e entendemos que Ele nunca nos deixou — apenas nos ensinou a descansar n’Ele.
A alegria que vem de Deus não depende de circunstâncias.
Ela nasce da presença, da gratidão e da certeza de que há propósito até nos dias silenciosos.
E quando ela chega, traz cor de volta aos dias simples — um novo brilho no olhar, um novo sentido nas pequenas coisas.
Deus tem esse poder: o de transformar lágrimas em aprendizado, e solidão em comunhão.
Ele devolve a alegria não como quem devolve algo perdido, mas como quem faz nova todas as coisas.
Reflexão:
A verdadeira alegria não é barulho, é paz.
É saber que mesmo nas pausas, Deus continua escrevendo nossa história.
Quando a alma aprende a descansar na presença d’Ele, o coração volta a sorrir — e o sorriso dessa fase é diferente: é maduro, é grato, é cheio de fé.
Oração:
“Senhor, obrigada por transformar o meu silêncio em canção e a minha solidão em encontro Contigo.
Obrigada por me mostrar que a alegria verdadeira vem da Tua presença, e não das circunstâncias.
Que eu continue encontrando em Ti o motivo dos meus sorrisos, mesmo nos dias nublados.
Renova em mim a leveza, a fé e o brilho de quem sabe que está segura em Teu amor.
Amém.”
Com ternura,
Pra: Sandra Rochedo
Falando de alma pra alma, de mulher pra mulher.,
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