Quando a mão que ajudou é a mesma que recebe pedradas…
Existem feridas que não sangram, mas doem profundamente. Uma delas é a ingratidão. Você já foi aquela pessoa que estendeu a mão, que orou, que deu do seu tempo, do seu cuidado, da sua escuta… e depois foi esquecida, ignorada ou até mesmo caluniada por quem você ajudou?
É triste perceber como o ser humano pode esquecer tão rápido o bem que recebeu. Muitas vezes, quem mais ajudamos é quem mais fere. Mas a Palavra nos lembra que até Jesus foi traído por alguém que Ele chamou de amigo. Judas não era estranho. Era discípulo. Era próximo. Comia com Ele.
“O que come do meu pão levantou contra mim o calcanhar.” (João 13:18)
REFLEXÃO:
Não é sobre não ajudar mais, é sobre entender que sua recompensa nunca virá dos homens. O céu não é ingrato. Deus conhece sua intenção, seu coração e o que você fez em amor. Continue fazendo o bem, mesmo quando for esquecido. A colheita de quem planta em Deus nunca é em vão.
ORAÇÃO:
Senhor, hoje apresento a dor da ingratidão diante de Ti. Tu sabes quantas vezes ofereci meu melhor, meu apoio, minha fé, e recebi desprezo em troca. Cura, Pai, essas feridas que tentam endurecer meu coração. Me lembra, Deus, que meu galardão vem de Ti, e não dos homens. Me ensina a continuar sem me tornar amargo(a). Que eu seja como Jesus: mesmo traído, permaneceu fiel ao propósito. Em nome de Jesus, amém.
[Sandra Rochedo]
Ministra com a alma, escreve com o coração.
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