Tem coisa que a gente custa a acreditar, né? Tipo quando aquela pessoa que vive pagando de certinha — que fala de ética, espiritualidade, “fazer o bem sem olhar a quem” — vira as costas na hora que alguém precisa de ajuda.
E não é só virar as costas… é desejar que o outro se ferre mesmo. Tipo: “ah, bem feito!” ou “tomara que se dê mal, quem mandou?”. Sério?
Aí eu fico pensando: cadê toda aquela bondade que ela prega? Cadê o “eu sou diferente porque faço o certo”? Porque fazer o certo quando tudo tá bem é fácil… difícil é mostrar empatia quando o outro tá lá embaixo.
E o pior é que essas pessoas geralmente acham que estão certas mesmo. Que têm justificativa pra agir assim. Só que, no fundo, é só orgulho, julgamento e uma pitada de inveja disfarçada de “valores”.
É estranho ver isso. É feio. Mas é real. E acontece muito mais do que a gente imagina.
E o pior é que essas pessoas geralmente acham que estão certas mesmo. Que têm justificativa pra agir assim. Só que, no fundo, é só orgulho, julgamento e uma pitada de inveja disfarçada de “valores”.
É estranho ver isso. É feio. Mas é real. E acontece muito mais do que a gente imagina.
Então fica aqui a reflexão: será que ser “certinho” demais não virou só um personagem? Porque no fim, quem é de verdade… mostra bondade mesmo quando ninguém tá olhando.
REFLEXÃO: “A verdadeira bondade não está em parecer bom, mas em fazer o bem — mesmo quando ninguém está vendo.
“ORAÇÃO: “Senhor,
Que eu não me engane achando que sou justo só porque sigo regras.
Ensina meu coração a ter compaixão, mesmo quando for mais fácil julgar.
Lembra-me de que fazer o bem é mais sobre atitude do que aparência.
E que o amor, quando é verdadeiro, não se recusa a estender a mão.
Amém.“
Com carinho e verdade,
[Sandra Rochedo
Blog S R Testemunhos, Transformando Limites.
Onde a honestidade mora, mesmo quando dói.





